O Que é PORTFÓLIO?
É
uma técnica inovadora, de avaliar o progresso das crianças através de
um conjunto de procedimentos contínuo, são instrumentos de estimulação
do pensamento reflexivo. Essa técnica, pode-se dizer que é uma avaliação
contínua mais autêntica, objetiva e compreensiva, permitindo acompanhar
todos os processos de aprendizagem. Resumindo PORTFÓLIO não é um
deposito de trabalhos “organizados” é sim um suporte para podermos
observar e respeitar o ritmo e auxiliando e dialogando com as crianças
sendo um ser singular. Assumimos então uma estratégia conjunta de
reflexão ,ação e avaliação
1-Reflexão
(ões) crítica(s) individualizada acerca do grau de participação nos
projetos de ação-intervenção com objetivos previamente formulados.
2-Participação dos pais :
3-Reflexão crítica do processo de desenvolvimento do projeto e suas limitações;
4-Produtos em suportes áudio, vídeo.
5-Reflexões final: auto avaliação da participação no processo de avaliação.
Estrutura do Documento
a) Páginas pré-textuais
1. Capa: apresentar o nome do Programa Progestão, Portfólio, escola, local e ano.
2.
Folha de rosto: apresentar o texto: Portfólio apresentado ao Tutor
(nome completo do Tutor) pelos cursistas (relacionar em ordem
alfabética) da Unidade Escolar (nome da escola) participante do Programa
de Capacitação a Distância de Gestores Escolares - Progestão, como um
dos pré-requisitos para a conclusão do curso.
3. Dedicatória (opcional)
4. Epígrafe (opcional)
5. Sumário
b) Páginas Textuais
CRITÉRIOS DO PORTFÓLIO:
1-Registra
idéias, experiências e opiniões acerca do processo de formação.
Registrar e refletir, de forma sistemática, as suas idéias, motivações,
opiniões, propósitos, registra todas as considerações de ordem crítica
que considera pertinente.
FICHA AVALIATIVA: CRITÉRIOS USADOS PARA AVALIAÇÃO:
NÍVEL I:Satisfaz: Revela intenções claras ,mostra curiosidade e persistência.
Nível ll: Não satisfaz: com algumas dificuldades em concretizar suas idéias.
2-Desenvolve idéias através de experimentação, exploração e avaliação.
FICHA AVALIATIVA: CRITÉRIOS USADOS PARA AVALIAÇÃO:
Mostra
que é capaz de explorar idéias de várias formas através de
experimentação de possibilidades. Conseguindo encontrar várias
possibilidades novas.
NÍVEL I :Satisfaz: Seleciona, analisa e interpreta criticamente.
Nível ll: Não satisfaz: Mostra algum interesse na descoberta ,mas limita na organização da informação.
3-Revela
capacidades de análise crítica dos produtos elaborados. Consegue
avaliar os mesmos e (re) adequá-los à prática educativa.
4-Analisa
criteriosamente os materiais produzidos. Coerência entre o todo e as
partes, em termos do processo global; Coerência entre o discurso de
reflexão crítica (anteriori-posteriori); Avaliação global do seu
trabalho em si.
FICHA AVALIATIVA: CRITÉRIOS USADOS PARA AVALIAÇÃO:
NÍVEL I :Satisfaz: utiliza problemas pré estabelecidos fazendo sempre uma auto reflexão
Nível ll: Não satisfaz: explicita vagamente os problemas pré estabelecidos,limita-se apenas em repetir.
5-Avalia
o portfólio como um todo. Esta parte será feita após a conclusão do
portfólio, tentando responder a questões como: - Forma de
desenvolvimento do projeto;
FICHA AVALIATIVA: CRITÉRIOS USADOS PARA AVALIAÇÃO:
NÍVEL I :Satisfaz: o resultado foi selecionado criteriosamente demonstrando assim compreensão.
Nível
ll: Não satisfaz: os resultados finais revelam baixa capacidade técnica
do domínio da linguagem escrita. 6-Avalia o resultado como um todo:
FICHA AVALIATIVA: CRITÉRIOS USADOS PARA AVALIAÇÃO:
NÍVEL I :Satisfaz: Analisa o progresso ocorrido referindo as intenções e fontes.
Nível
ll: Não satisfaz: Utiliza critérios de avaliação ,não fundamenta a
qualidade do seu trabalho nem a forma como desenvolveu. A MESMA FICHA
SERÁ TRABALHADA NO MÍNIMO TRÊS VEZES POR ANO.
Portfólio Integra a proposta pedagógica
Após
a constatação de que havia a necessidade de novos métodos que
contribuíssem para a melhor organização do cotidiano escolar, o grupo
pedagógico da escola apresentou ao corpo docente, no ano de 2002, o
Manual de Portfólio. Esta apresentação motivou a leitura do material
pelos professores e, em fevereiro de 2003, iniciaram-se os estudos
teóricos acerca do uso do Portfólio. A partir da análise das
possibilidades oferecidas pelo portfólio, optou-se pelo uso de fichas,
registro de memórias de aula, amostra de trabalhos, observações sobre o
comportamento dos alunos, agenda escolar permanente. Tais estratégias
contribuem sobre- maneira na orientação e aproveitamento do tempo nas
atividades escolares.
Vale
aqui ressaltar que o portfólio não é utilizado apenas no acompanhamento
do dia-a-dia de sala de aula, mas também na documentação das reuniões
pedagógicas realizadas pela escola. Outrossim, justifica-se a escolha do
Portfólio porque representa uma alternativa eficaz no acompanhamento
dos alunos, o que favorece o processo de avaliação feito pelo professor,
bem como o envolvimento da família através de estratégias como o
portfólio particular do professor, onde se registra o dia-a-dia, do
aluno ou da agenda, permanente onde são comunicados dados relevantes
sobre o aluno e as atividades realizadas na ou pela escola, envolvendo a
comunidade escolar. Além disso, os pais têm a oportunidade de
acompanhar a cronologia da realização dos trabalhos pela organização de
pastas onde consta a seleção de trabalhos em seqüência, demonstrando a
caminhada do aluno no processo de aprendizagem. Desta forma, pode-se
avaliar o portfólio como sendo um instrumento importante e eficaz na
organização do professor, pois, de maneira geral, constitui-se em um
histórico, um documento onde constam dados fundamentais à prática
docente.
Apresentamos
a seguir uma síntese do Manual de Portfólio: coletânea de trabalhos
realizados e selecionados pelos estudantes durante um curso ou período.
No portfólio podem ser agrupados dados de visitas técnicas, resumos de
textos, composições, trabalhos artísticos, projetos, relatórios,
anotações diversas, provas, testes, auto-avaliações dos alunos, entre
outros. A finalidade deste instrumento é auxiliar o educando a
desenvolver a capacidade de avaliar seu próprio trabalho, refletindo
sobre ele, melhorando. Ao professor, oferece a oportunidade de traçar
referenciais da classe como um todo, a partir das análises individuais,
com foco na evolução dos educandos ao longo do processo de ensino e de
aprendizagem. A idéia é utilizá-lo seguindo seu propósito original, que é
o de encorajar a reflexão e o estabelecimento de objetivos a cada
aprendiz e comprometendo os pais com a avaliação por meio de comunicação
variada e freqüente. O processo de montagem de um portfólio em dez
passos é projetado para permitir que professores e administradores
escolares implementem o uso desse recurso gradualmente. Pode-se começar
com um único e pequeno passo e complementar o processo dentro de dois ou
três anos letivos. O portfólio permite que cada um prossiga em seu
próprio ritmo; mostra como um professor pode se tornar mais bem
capacitado e mais eficiente e concentrar-se em descobrir como as
crianças são diferentes ao invés de provar que são iguais. O processo de
montagem de portfólio em dez passos encoraja: a instrução
individualizada para crianças pequenas no contexto de objetivos de
aprendizagem amplos; o desenvolvimento profissional contínuo para
professores e afins e, o envolvimento completo da família no programa de
educação infantil.
Passos:
1 - Estabelecer uma política para o portfólio;
2 - coletar amostras de trabalhos;
3 - tirar fotografias;
4 - conduzir consultas nos diários de aprendizagem;
5 - conduzir entrevista;
6 - realizar registros sistemáticos;
7 - realizar registros de casos (ocorrências);
8 - preparar relatórios narrativos;
9 - conduzir reuniões de análises de portfólios em três vias;
10 - usar portfólios em situações de transição.
Livrando-se da dificuldade em preparar relatórios escritos
O
processo de montagem de portfólio em dez passos, além dessas
possibilidades, ajuda profissionais de educação a se livrarem do
obstáculo que derruba muitos de nós: as anotações escritas. Uma das
razões para esse impasse é que muitos professores e administradores
escolares consideram o ensino por um lado e a avaliação por outro, como
sendo atividades educacionais separadas. Os relatórios escritos consomem
muito tempo, e os professores não querem ocupar “tempo demais” com a
avaliação. Ainda assim, não podemos realmente separar esses processos!
Avaliação, estimativa e ensino são partes de um ciclo contínuo de ensino
e aprendizagem.
Envolva as famílias
O
portfólio pode abrir o processo de ensino para pais, irmãos e outros
membros da família, encorajando-os a fazer parte da vida da sala de aula
ou da escola. Dessa forma, o portfólio torna-se uma ferramenta para um
desenvolvimento curricular centrado na família. Educadores e pais que já
estão rotineiramente se comunicando com as famílias percebem essa troca
como sendo uma oportunidade para desenvolver um círculo de aprendizado
que se estende da escola até o lar e vice-versa.
A participação familiar baseada em um portfólio pode ocorrer em três estágios:
Estágio
1 – Os familiares ajudam com recursos para centro de ensino ou para
classe, fornecendo materiais, informações e apoio voluntário para
investigação de tópicos selecionados pelo professor (a criança escreve
no seu diário sobre sua ajuda na montagem de uma cadeira para seu avô –a
professora convida-o para demonstrar a arte da carpintaria na sala de
aula).
Estágio
2 – Os familiares participam no planejamento de estudos sobre história
local, ecologia local, artistas locais, governo local ou outros tópicos
(convidam familiares ou pessoas da comunidade para falar de determinados
assuntos que tenham conhecimento mais aprofundado).
Estágio
3 – Os pais tornam-se “intermediários entre o currículo e os
estudantes”(uma aluna traz fotos do cachorro para mostrar aos colegas e
falar sobre ele e conta o que sabe a respeito desse animal).
Reflexão
O
processo de montagem de portfólio em dez passos não pode ser um
substituto para uma avaliação padronizada em ampla escala. Ele não pode
garantir esse tipo de avaliação sem uma quantidade imensa de trabalho
por parte dos professores e dos administradores escolares.Graves (1992)
sugere que os portfólios sejam “uma idéia simplesmente boa demais” para
serem limitados a coleções padronizadas de itens com o propósito de
comparar crianças umas com as outras ou com padrões de desempenho.
Infelizmente, existe pressão para obtenção de dados mensuráveis. A
avaliação com portfólio pode enfatizar a preocupação com o progresso das
crianças em caminhos limitados ou na ção entre elas. Ao mesmo tempo,
deveríamos trabalhar mais para educar os pais a respeito dos benefícios e
das limitações de diferentes estratégias de avaliação, de modo a fazer
com que eles entendessem que um teste padronizado não irá revelar nada
de novo sobre seus filhos, e um portfólio não irá dizer como seu filho
se compara em relação a outras crianças da sala de aula, do estado país
ou do país em que vive.
Vamos
preservar os portfólios como sendo a base e o contexto para o
aprendizado, como sendo o registro das experiências e das realizações
únicas de cada criança!
O conhecimento das crianças individualmente
Os
encontros individualizados entre crianças pequenas e seus familiares
são oportunidades de aprender mais sobre o modo como as crianças
aprendem, assim como sobre suas habilidades, seus interesses e suas
necessidades particulares. Desta maneira, você acrescenta novas
informações ao seu conhecimento sobre a criança, e assim, tomará
decisões precisas de como direcionar o seu trabalho. A montagem do
portólio irá fortalecer seu relacionamento com cada criança e com sua
família. Observar, conhecer e entender as crianças como indivíduos é a
base do ensino e da avaliação afetiva, até mesmo do envolvimento
familiar. No ensino fundamental, os benefícios são maiores, quando os
professores engajam as crianças e suas famílias em verdadeiras
comunidades de ensino.
O conhecimento sobre desenvolvimento infantil
Ao
implantar o uso do portfólio, os profissionais continuamente observam e
avaliam eventos nos programas de educação infantil: Tal atividade foi
efetivada com todas as crianças? Por que certas crianças não responderam
à atividade? Por que determinadas crianças estão preocupadas com uma
atividade específica? Como eu deveria reagir? Quanto mais o profissional
observa o desenvolvimento de crianças pequenas, mais ele precisa
entendê-lo.
O conhecimento sobre diversidade
Um
envolvimento familiar efetivo automaticamente garante diversidade
cultural no programa de educação infantil, pois as famílias são todas
diferentes – na estrutura familiar, nos seus passa-tempos, nas suas
ocupações e em suas habilidades físicas. A coleta de amostras de
trabalho, fotografias dedemonstração, ou os trabalhos gravados em vídeo,
garantem que se observem as diferentes inteligências (lingüísticas,
lógico-matemática, espacial, corporal-cinestésica, interpessoal e
naturalista). Desenvolvimento profissional: como os portfólios ajudam os
professores a aprender?
O
professor necessita do conhecimento do desenvolvimento infantil, de uma
ampla variedade de técnicas de entrevista e de observação, da
habilidade de adaptar ambientes de aprendizagem para suprir as
necessidades individuais de certas crianças. Os métodos de
desenvolvimento curricular estão centrados na criança e nas técnicas
para envolver as famílias na vida de seus filhos, no centro de ensino ou
na escola, trazendo sua vivência para a sala de aula.
RECUPERAÇÃO
“Diz-me
como avalias e eu te direi que professor és” (Zabala-1999) Estudo de
recuperação: que bicho é esse? Estamos chegando ao final do ano, período
em que começamos a definir os rumos dos nossos alunos pelo processo de
avaliação. Mas sabe de uma coisa? Quase nenhuma escola utiliza um
instrumento importante chamado Estudo de Recuperação. E ele está na LDB,
sabiam?! Artigo 24, inciso V, alínea e: “obrigatoriedade de estudos de
recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos
de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas instituições de
ensino em seus regimentos”. Você pode estar se perguntando: não são as
Provas de Recuperação? Definitivamente, não! As provas são uma outra
história. Devemos prestar atenção a alguns pontos: o Estudo de
Recuperação não visa melhoria de nota, pois não se caracteriza como
recuperação da mesma, esta deve ser feita pelas Provas de Recuperação.
Ele procura desenvolver o aluno para que não fique em desnível ou atraso
diante da turma. Outro ponto importante é que a lei obriga que sejam
feitos estudos, e não aulas de recuperação, apenas com os alunos com
baixo rendimento, excluindo aqueles que tiveram pouca freqüência e um
bom rendimento. A escola deve organizar os momentos de Estudo de
Recuperação em horários que não interfiram nas 800h de aula anuais, ou
seja, eles devem ser realizados no turno em que o aluno não esteja em
sala. Devem ser paralelos ao período letivo, isso quer dizer que podem
ser feitos durante o ano, portanto, não é necessário acontecer todos os
dias. Vale salientar que as provas ainda são um tabu para os alunos da
maioria das escolas brasileiras. O Estudo de Recuperação carrega a
concepção de que o aluno estará desenvolvendo um trabalho de
aprendizagem e não estará diante de uma situação formal de avaliação.
Portanto, é bem provável que ele se saia melhor no Estudo de Recuperação
do que na Prova de Recuperação.
O Que é PORTFÓLIO?
É
uma técnica inovadora, de avaliar o progresso das crianças através de
um conjunto de procedimentos contínuo, são instrumentos de estimulação
do pensamento reflexivo. Essa técnica, pode-se dizer que é uma avaliação
contínua mais autêntica, objetiva e compreensiva, permitindo acompanhar
todos os processos de aprendizagem. Resumindo PORTFÓLIO não é um
deposito de trabalhos “organizados” é sim um suporte para podermos
observar e respeitar o ritmo e auxiliando e dialogando com as crianças
sendo um ser singular. Assumimos então uma estratégia conjunta de
reflexão ,ação e avaliação
1-Reflexão
(ões) crítica(s) individualizada acerca do grau de participação nos
projetos de ação-intervenção com objetivos previamente formulados.
2-Participação dos pais :
3-Reflexão crítica do processo de desenvolvimento do projeto e suas limitações;
4-Produtos em suportes áudio, vídeo.
5-Reflexões final: auto avaliação da participação no processo de avaliação.
Estrutura do Documento
a) Páginas pré-textuais
1. Capa: apresentar o nome do Programa Progestão, Portfólio, escola, local e ano.
2.
Folha de rosto: apresentar o texto: Portfólio apresentado ao Tutor
(nome completo do Tutor) pelos cursistas (relacionar em ordem
alfabética) da Unidade Escolar (nome da escola) participante do Programa
de Capacitação a Distância de Gestores Escolares - Progestão, como um
dos pré-requisitos para a conclusão do curso.
3. Dedicatória (opcional)
4. Epígrafe (opcional)
5. Sumário
b) Páginas Textuais
CRITÉRIOS DO PORTFÓLIO:
1-Registra
idéias, experiências e opiniões acerca do processo de formação.
Registrar e refletir, de forma sistemática, as suas idéias, motivações,
opiniões, propósitos, registra todas as considerações de ordem crítica
que considera pertinente.
FICHA AVALIATIVA: CRITÉRIOS USADOS PARA AVALIAÇÃO:
NÍVEL I:Satisfaz: Revela intenções claras ,mostra curiosidade e persistência.
Nível ll: Não satisfaz: com algumas dificuldades em concretizar suas idéias.
2-Desenvolve idéias através de experimentação, exploração e avaliação.
FICHA AVALIATIVA: CRITÉRIOS USADOS PARA AVALIAÇÃO:
Mostra
que é capaz de explorar idéias de várias formas através de
experimentação de possibilidades. Conseguindo encontrar várias
possibilidades novas.
NÍVEL I :Satisfaz: Seleciona, analisa e interpreta criticamente.
Nível ll: Não satisfaz: Mostra algum interesse na descoberta ,mas limita na organização da informação.
3-Revela
capacidades de análise crítica dos produtos elaborados. Consegue
avaliar os mesmos e (re) adequá-los à prática educativa.
4-Analisa
criteriosamente os materiais produzidos. Coerência entre o todo e as
partes, em termos do processo global; Coerência entre o discurso de
reflexão crítica (anteriori-posteriori); Avaliação global do seu
trabalho em si.
FICHA AVALIATIVA: CRITÉRIOS USADOS PARA AVALIAÇÃO:
NÍVEL I :Satisfaz: utiliza problemas pré estabelecidos fazendo sempre uma auto reflexão
Nível ll: Não satisfaz: explicita vagamente os problemas pré estabelecidos,limita-se apenas em repetir.
5-Avalia
o portfólio como um todo. Esta parte será feita após a conclusão do
portfólio, tentando responder a questões como: - Forma de
desenvolvimento do projeto;
FICHA AVALIATIVA: CRITÉRIOS USADOS PARA AVALIAÇÃO:
NÍVEL I :Satisfaz: o resultado foi selecionado criteriosamente demonstrando assim compreensão.
Nível
ll: Não satisfaz: os resultados finais revelam baixa capacidade técnica
do domínio da linguagem escrita. 6-Avalia o resultado como um todo:
FICHA AVALIATIVA: CRITÉRIOS USADOS PARA AVALIAÇÃO:
NÍVEL I :Satisfaz: Analisa o progresso ocorrido referindo as intenções e fontes.
Nível
ll: Não satisfaz: Utiliza critérios de avaliação ,não fundamenta a
qualidade do seu trabalho nem a forma como desenvolveu. A MESMA FICHA
SERÁ TRABALHADA NO MÍNIMO TRÊS VEZES POR ANO.
Portfólio Integra a proposta pedagógica
Após
a constatação de que havia a necessidade de novos métodos que
contribuíssem para a melhor organização do cotidiano escolar, o grupo
pedagógico da escola apresentou ao corpo docente, no ano de 2002, o
Manual de Portfólio. Esta apresentação motivou a leitura do material
pelos professores e, em fevereiro de 2003, iniciaram-se os estudos
teóricos acerca do uso do Portfólio. A partir da análise das
possibilidades oferecidas pelo portfólio, optou-se pelo uso de fichas,
registro de memórias de aula, amostra de trabalhos, observações sobre o
comportamento dos alunos, agenda escolar permanente. Tais estratégias
contribuem sobre- maneira na orientação e aproveitamento do tempo nas
atividades escolares.
Vale
aqui ressaltar que o portfólio não é utilizado apenas no acompanhamento
do dia-a-dia de sala de aula, mas também na documentação das reuniões
pedagógicas realizadas pela escola. Outrossim, justifica-se a escolha do
Portfólio porque representa uma alternativa eficaz no acompanhamento
dos alunos, o que favorece o processo de avaliação feito pelo professor,
bem como o envolvimento da família através de estratégias como o
portfólio particular do professor, onde se registra o dia-a-dia, do
aluno ou da agenda, permanente onde são comunicados dados relevantes
sobre o aluno e as atividades realizadas na ou pela escola, envolvendo a
comunidade escolar. Além disso, os pais têm a oportunidade de
acompanhar a cronologia da realização dos trabalhos pela organização de
pastas onde consta a seleção de trabalhos em seqüência, demonstrando a
caminhada do aluno no processo de aprendizagem. Desta forma, pode-se
avaliar o portfólio como sendo um instrumento importante e eficaz na
organização do professor, pois, de maneira geral, constitui-se em um
histórico, um documento onde constam dados fundamentais à prática
docente.
Apresentamos
a seguir uma síntese do Manual de Portfólio: coletânea de trabalhos
realizados e selecionados pelos estudantes durante um curso ou período.
No portfólio podem ser agrupados dados de visitas técnicas, resumos de
textos, composições, trabalhos artísticos, projetos, relatórios,
anotações diversas, provas, testes, auto-avaliações dos alunos, entre
outros. A finalidade deste instrumento é auxiliar o educando a
desenvolver a capacidade de avaliar seu próprio trabalho, refletindo
sobre ele, melhorando. Ao professor, oferece a oportunidade de traçar
referenciais da classe como um todo, a partir das análises individuais,
com foco na evolução dos educandos ao longo do processo de ensino e de
aprendizagem. A idéia é utilizá-lo seguindo seu propósito original, que é
o de encorajar a reflexão e o estabelecimento de objetivos a cada
aprendiz e comprometendo os pais com a avaliação por meio de comunicação
variada e freqüente. O processo de montagem de um portfólio em dez
passos é projetado para permitir que professores e administradores
escolares implementem o uso desse recurso gradualmente. Pode-se começar
com um único e pequeno passo e complementar o processo dentro de dois ou
três anos letivos. O portfólio permite que cada um prossiga em seu
próprio ritmo; mostra como um professor pode se tornar mais bem
capacitado e mais eficiente e concentrar-se em descobrir como as
crianças são diferentes ao invés de provar que são iguais. O processo de
montagem de portfólio em dez passos encoraja: a instrução
individualizada para crianças pequenas no contexto de objetivos de
aprendizagem amplos; o desenvolvimento profissional contínuo para
professores e afins e, o envolvimento completo da família no programa de
educação infantil.
Passos:
1 - Estabelecer uma política para o portfólio;
2 - coletar amostras de trabalhos;
3 - tirar fotografias;
4 - conduzir consultas nos diários de aprendizagem;
5 - conduzir entrevista;
6 - realizar registros sistemáticos;
7 - realizar registros de casos (ocorrências);
8 - preparar relatórios narrativos;
9 - conduzir reuniões de análises de portfólios em três vias;
10 - usar portfólios em situações de transição.
Livrando-se da dificuldade em preparar relatórios escritos
O
processo de montagem de portfólio em dez passos, além dessas
possibilidades, ajuda profissionais de educação a se livrarem do
obstáculo que derruba muitos de nós: as anotações escritas. Uma das
razões para esse impasse é que muitos professores e administradores
escolares consideram o ensino por um lado e a avaliação por outro, como
sendo atividades educacionais separadas. Os relatórios escritos consomem
muito tempo, e os professores não querem ocupar “tempo demais” com a
avaliação. Ainda assim, não podemos realmente separar esses processos!
Avaliação, estimativa e ensino são partes de um ciclo contínuo de ensino
e aprendizagem.
Envolva as famílias
O
portfólio pode abrir o processo de ensino para pais, irmãos e outros
membros da família, encorajando-os a fazer parte da vida da sala de aula
ou da escola. Dessa forma, o portfólio torna-se uma ferramenta para um
desenvolvimento curricular centrado na família. Educadores e pais que já
estão rotineiramente se comunicando com as famílias percebem essa troca
como sendo uma oportunidade para desenvolver um círculo de aprendizado
que se estende da escola até o lar e vice-versa.
A participação familiar baseada em um portfólio pode ocorrer em três estágios:
Estágio
1 – Os familiares ajudam com recursos para centro de ensino ou para
classe, fornecendo materiais, informações e apoio voluntário para
investigação de tópicos selecionados pelo professor (a criança escreve
no seu diário sobre sua ajuda na montagem de uma cadeira para seu avô –a
professora convida-o para demonstrar a arte da carpintaria na sala de
aula).
Estágio
2 – Os familiares participam no planejamento de estudos sobre história
local, ecologia local, artistas locais, governo local ou outros tópicos
(convidam familiares ou pessoas da comunidade para falar de determinados
assuntos que tenham conhecimento mais aprofundado).
Estágio
3 – Os pais tornam-se “intermediários entre o currículo e os
estudantes”(uma aluna traz fotos do cachorro para mostrar aos colegas e
falar sobre ele e conta o que sabe a respeito desse animal).
Reflexão
O
processo de montagem de portfólio em dez passos não pode ser um
substituto para uma avaliação padronizada em ampla escala. Ele não pode
garantir esse tipo de avaliação sem uma quantidade imensa de trabalho
por parte dos professores e dos administradores escolares.Graves (1992)
sugere que os portfólios sejam “uma idéia simplesmente boa demais” para
serem limitados a coleções padronizadas de itens com o propósito de
comparar crianças umas com as outras ou com padrões de desempenho.
Infelizmente, existe pressão para obtenção de dados mensuráveis. A
avaliação com portfólio pode enfatizar a preocupação com o progresso das
crianças em caminhos limitados ou na ção entre elas. Ao mesmo tempo,
deveríamos trabalhar mais para educar os pais a respeito dos benefícios e
das limitações de diferentes estratégias de avaliação, de modo a fazer
com que eles entendessem que um teste padronizado não irá revelar nada
de novo sobre seus filhos, e um portfólio não irá dizer como seu filho
se compara em relação a outras crianças da sala de aula, do estado país
ou do país em que vive.
Vamos
preservar os portfólios como sendo a base e o contexto para o
aprendizado, como sendo o registro das experiências e das realizações
únicas de cada criança!
O conhecimento das crianças individualmente
Os
encontros individualizados entre crianças pequenas e seus familiares
são oportunidades de aprender mais sobre o modo como as crianças
aprendem, assim como sobre suas habilidades, seus interesses e suas
necessidades particulares. Desta maneira, você acrescenta novas
informações ao seu conhecimento sobre a criança, e assim, tomará
decisões precisas de como direcionar o seu trabalho. A montagem do
portólio irá fortalecer seu relacionamento com cada criança e com sua
família. Observar, conhecer e entender as crianças como indivíduos é a
base do ensino e da avaliação afetiva, até mesmo do envolvimento
familiar. No ensino fundamental, os benefícios são maiores, quando os
professores engajam as crianças e suas famílias em verdadeiras
comunidades de ensino.
O conhecimento sobre desenvolvimento infantil
Ao
implantar o uso do portfólio, os profissionais continuamente observam e
avaliam eventos nos programas de educação infantil: Tal atividade foi
efetivada com todas as crianças? Por que certas crianças não responderam
à atividade? Por que determinadas crianças estão preocupadas com uma
atividade específica? Como eu deveria reagir? Quanto mais o profissional
observa o desenvolvimento de crianças pequenas, mais ele precisa
entendê-lo.
O conhecimento sobre diversidade
Um
envolvimento familiar efetivo automaticamente garante diversidade
cultural no programa de educação infantil, pois as famílias são todas
diferentes – na estrutura familiar, nos seus passa-tempos, nas suas
ocupações e em suas habilidades físicas. A coleta de amostras de
trabalho, fotografias dedemonstração, ou os trabalhos gravados em vídeo,
garantem que se observem as diferentes inteligências (lingüísticas,
lógico-matemática, espacial, corporal-cinestésica, interpessoal e
naturalista). Desenvolvimento profissional: como os portfólios ajudam os
professores a aprender?
O
professor necessita do conhecimento do desenvolvimento infantil, de uma
ampla variedade de técnicas de entrevista e de observação, da
habilidade de adaptar ambientes de aprendizagem para suprir as
necessidades individuais de certas crianças. Os métodos de
desenvolvimento curricular estão centrados na criança e nas técnicas
para envolver as famílias na vida de seus filhos, no centro de ensino ou
na escola, trazendo sua vivência para a sala de aula.
RECUPERAÇÃO
“Diz-me
como avalias e eu te direi que professor és” (Zabala-1999) Estudo de
recuperação: que bicho é esse? Estamos chegando ao final do ano, período
em que começamos a definir os rumos dos nossos alunos pelo processo de
avaliação. Mas sabe de uma coisa? Quase nenhuma escola utiliza um
instrumento importante chamado Estudo de Recuperação. E ele está na LDB,
sabiam?! Artigo 24, inciso V, alínea e: “obrigatoriedade de estudos de
recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos
de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas instituições de
ensino em seus regimentos”. Você pode estar se perguntando: não são as
Provas de Recuperação? Definitivamente, não! As provas são uma outra
história. Devemos prestar atenção a alguns pontos: o Estudo de
Recuperação não visa melhoria de nota, pois não se caracteriza como
recuperação da mesma, esta deve ser feita pelas Provas de Recuperação.
Ele procura desenvolver o aluno para que não fique em desnível ou atraso
diante da turma. Outro ponto importante é que a lei obriga que sejam
feitos estudos, e não aulas de recuperação, apenas com os alunos com
baixo rendimento, excluindo aqueles que tiveram pouca freqüência e um
bom rendimento. A escola deve organizar os momentos de Estudo de
Recuperação em horários que não interfiram nas 800h de aula anuais, ou
seja, eles devem ser realizados no turno em que o aluno não esteja em
sala. Devem ser paralelos ao período letivo, isso quer dizer que podem
ser feitos durante o ano, portanto, não é necessário acontecer todos os
dias. Vale salientar que as provas ainda são um tabu para os alunos da
maioria das escolas brasileiras. O Estudo de Recuperação carrega a
concepção de que o aluno estará desenvolvendo um trabalho de
aprendizagem e não estará diante de uma situação formal de avaliação.
Portanto, é bem provável que ele se saia melhor no Estudo de Recuperação
do que na Prova de Recuperação.

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