Atividades Projeto Meu Amigo Peixe
Essa semana postei para vocês o projeto: Meu Amigo Peixe, fiz algumas atividades para complementar o projeto!
REPRODUÇÃO DOS PEIXES
Os peixes em geral se reproduzem
de forma muito curiosa e interessante. A reprodução da maioria das
espécies é ovípara ou seja a fêmea libera os ovos que são rapidamente
fecundados pelo esperma ativo do macho, outros possuem fecundação
interna, como os peixes vivíparos. A cor tem uma função muito importante
na reprodução dos peixes, sendo que os machos possuem a coloração mais
forte do que as fêmeas, na maioria dos casos. A "cor" portanto tem um
papel fundamental da reprodução.
Entre os peixes ovíparos, estão os que liberam ovos e os que constroem ninhos.
Entre os peixes ovíparos, estão os que liberam ovos e os que constroem ninhos.
Peixes que liberam ovosDepois
de formado um casal ou um grande grupo de peixes, estes simultaneamente
soltam os ovos na água que são rapidamente fecundados pelo esperma dos
machos. O número de ovos geralmente é grande pois a mortalidade entre os
alevinos é grande e ainda correm um sério risco de serem devorados
pelos pais e por outros peixes. Os ovos neste tipo de reprodução chegam
facilmente à casa dos milhões em algumas espécies. Alguns peixes que se
enquadram nesse perfil são os Tetras.
Peixes que constroem ninhosDepois
do namoro e formação dos pares (a maioria das espécies é monogâmica), o
macho geralmente constrói um ninho que pode ser feito de um buraco
escavado por ele no substrato e depois limpo pelo casal. É aí que a
fêmea põe os ovos que são vigiados pelos pais que se tornam um tanto
agressivos, impedindo com grande ferocidade qualquer intruso que tente
se aproximar da ninhada. Os peixes que constroem ninhos no substrato ou
pedras, geralmente pertencem à família dos ciclídeos como o Óscar (Astronotus ocellatus), a Zebra (Tilapia buttikoferi) etc.
Outros peixes como o Betta splendens, pertencentem à família dos anabantídeos ou labirintídeos, constroem ninhos de bolhas (feito com a saliva do macho). Depois de feito o ninho, o macho atrai a fêmea e a envolve num anel chamado de abraço nupcial, é depois desse abraço que a fêmea libera os ovos que são rapidamente recolhidos pelo macho e colocados no ninho.
Após a desova o macho expulsa a fêmea do local e fica vigiando a cria. Entre os peixes que constroem ninhos de bolhas estão o Betta (Betta splendens), o Beijador (Helostoma temmincki), Tricogasters (Trichogaster sp.), Colisa (Colisa sp.), Peixe-do- paraíso (Macropodus opercularis) etc.. que pertencem à família dos anabantídeos.
A desova dos peixes que constroem ninhos também tem um número bastante extenso mas o fato de estarem aglomerados, facilita a fecundação e a sobrevivência é maior devido ao cuidado dos pais, por isso pode ser um pouco menos que no caso dos demais.
Outros peixes como o Betta splendens, pertencentem à família dos anabantídeos ou labirintídeos, constroem ninhos de bolhas (feito com a saliva do macho). Depois de feito o ninho, o macho atrai a fêmea e a envolve num anel chamado de abraço nupcial, é depois desse abraço que a fêmea libera os ovos que são rapidamente recolhidos pelo macho e colocados no ninho.
Após a desova o macho expulsa a fêmea do local e fica vigiando a cria. Entre os peixes que constroem ninhos de bolhas estão o Betta (Betta splendens), o Beijador (Helostoma temmincki), Tricogasters (Trichogaster sp.), Colisa (Colisa sp.), Peixe-do- paraíso (Macropodus opercularis) etc.. que pertencem à família dos anabantídeos.
A desova dos peixes que constroem ninhos também tem um número bastante extenso mas o fato de estarem aglomerados, facilita a fecundação e a sobrevivência é maior devido ao cuidado dos pais, por isso pode ser um pouco menos que no caso dos demais.
Mas nem todas as espécies de
peixes se reproduzem da mesma forma. É certo pensar que a maioria das
espécies é ovípara mas existem algumas exceções. Neste caso, estamos
falando principalmente dos peixes que pertencem à família dos
Poecilídeos (Lebistes, Platis, Molinésias, etc...).
Esses peixes são ovovivíparos, tendo um dimorfismo sexual bem acentuado. Geralmente as fêmeas são maiores que os machos (cerca de 20%), e não são tão bonitas quanto eles que por sua vez são mais coloridos e atraentes. Os machos possuem uma forma modificada da nadadeira anal (conhecida como gonopódio), que atua como órgão copulador (função semelhante a do pênis nos animais que o possuem).
As fêmeas são capazes de guardar o esperma ativo dos machos no ovíduto o que explica a sua reprodução sem a presença do macho para uma nova cópula. A cada cópula as fêmeas não utilizam o esperma reservado, mas sim o da cópula presente. Nesse tipo de reprodução (fecundação interna) os óvulos são fertilizados no interior do corpo da fêmea, onde os filhotes recebem também os nutrientes necessários direto da corrente sanguínea da mãe. Os filhotes rompem então a membrana do ovo ainda dentro da mãe e se dirigem para a região urogenital da mesma na hora do nascimento. Em algumas espécies a gestação das fêmeas dura de 20 a 30 dias. Mas é bom deixar claro que não existe nenhuma espécie de placenta nesses peixes.
Alguns pesquisadores preferem classificar esses peixes como ovovivíparos e como vivíparos somente algumas raras espécies, entre elas o Tralhoto ou Quatro-Olhos (Anableps anableps), os filhotes desse peixe nascem com a aparência ainda mais próxima dos adultos e quando dentro da mãe, não possuem a estrutura dos ovos.
Esses peixes são ovovivíparos, tendo um dimorfismo sexual bem acentuado. Geralmente as fêmeas são maiores que os machos (cerca de 20%), e não são tão bonitas quanto eles que por sua vez são mais coloridos e atraentes. Os machos possuem uma forma modificada da nadadeira anal (conhecida como gonopódio), que atua como órgão copulador (função semelhante a do pênis nos animais que o possuem).
As fêmeas são capazes de guardar o esperma ativo dos machos no ovíduto o que explica a sua reprodução sem a presença do macho para uma nova cópula. A cada cópula as fêmeas não utilizam o esperma reservado, mas sim o da cópula presente. Nesse tipo de reprodução (fecundação interna) os óvulos são fertilizados no interior do corpo da fêmea, onde os filhotes recebem também os nutrientes necessários direto da corrente sanguínea da mãe. Os filhotes rompem então a membrana do ovo ainda dentro da mãe e se dirigem para a região urogenital da mesma na hora do nascimento. Em algumas espécies a gestação das fêmeas dura de 20 a 30 dias. Mas é bom deixar claro que não existe nenhuma espécie de placenta nesses peixes.
Alguns pesquisadores preferem classificar esses peixes como ovovivíparos e como vivíparos somente algumas raras espécies, entre elas o Tralhoto ou Quatro-Olhos (Anableps anableps), os filhotes desse peixe nascem com a aparência ainda mais próxima dos adultos e quando dentro da mãe, não possuem a estrutura dos ovos.
Atividades Projeto Meu Amigo Peixe
Essa semana postei para vocês o projeto: Meu Amigo Peixe, fiz algumas atividades para complementar o projeto!
REPRODUÇÃO DOS PEIXES
Os peixes em geral se reproduzem
de forma muito curiosa e interessante. A reprodução da maioria das
espécies é ovípara ou seja a fêmea libera os ovos que são rapidamente
fecundados pelo esperma ativo do macho, outros possuem fecundação
interna, como os peixes vivíparos. A cor tem uma função muito importante
na reprodução dos peixes, sendo que os machos possuem a coloração mais
forte do que as fêmeas, na maioria dos casos. A "cor" portanto tem um
papel fundamental da reprodução.
Entre os peixes ovíparos, estão os que liberam ovos e os que constroem ninhos.
Entre os peixes ovíparos, estão os que liberam ovos e os que constroem ninhos.
Peixes que liberam ovosDepois
de formado um casal ou um grande grupo de peixes, estes simultaneamente
soltam os ovos na água que são rapidamente fecundados pelo esperma dos
machos. O número de ovos geralmente é grande pois a mortalidade entre os
alevinos é grande e ainda correm um sério risco de serem devorados
pelos pais e por outros peixes. Os ovos neste tipo de reprodução chegam
facilmente à casa dos milhões em algumas espécies. Alguns peixes que se
enquadram nesse perfil são os Tetras.
Peixes que constroem ninhosDepois
do namoro e formação dos pares (a maioria das espécies é monogâmica), o
macho geralmente constrói um ninho que pode ser feito de um buraco
escavado por ele no substrato e depois limpo pelo casal. É aí que a
fêmea põe os ovos que são vigiados pelos pais que se tornam um tanto
agressivos, impedindo com grande ferocidade qualquer intruso que tente
se aproximar da ninhada. Os peixes que constroem ninhos no substrato ou
pedras, geralmente pertencem à família dos ciclídeos como o Óscar (Astronotus ocellatus), a Zebra (Tilapia buttikoferi) etc.
Outros peixes como o Betta splendens, pertencentem à família dos anabantídeos ou labirintídeos, constroem ninhos de bolhas (feito com a saliva do macho). Depois de feito o ninho, o macho atrai a fêmea e a envolve num anel chamado de abraço nupcial, é depois desse abraço que a fêmea libera os ovos que são rapidamente recolhidos pelo macho e colocados no ninho.
Após a desova o macho expulsa a fêmea do local e fica vigiando a cria. Entre os peixes que constroem ninhos de bolhas estão o Betta (Betta splendens), o Beijador (Helostoma temmincki), Tricogasters (Trichogaster sp.), Colisa (Colisa sp.), Peixe-do- paraíso (Macropodus opercularis) etc.. que pertencem à família dos anabantídeos.
A desova dos peixes que constroem ninhos também tem um número bastante extenso mas o fato de estarem aglomerados, facilita a fecundação e a sobrevivência é maior devido ao cuidado dos pais, por isso pode ser um pouco menos que no caso dos demais.
Outros peixes como o Betta splendens, pertencentem à família dos anabantídeos ou labirintídeos, constroem ninhos de bolhas (feito com a saliva do macho). Depois de feito o ninho, o macho atrai a fêmea e a envolve num anel chamado de abraço nupcial, é depois desse abraço que a fêmea libera os ovos que são rapidamente recolhidos pelo macho e colocados no ninho.
Após a desova o macho expulsa a fêmea do local e fica vigiando a cria. Entre os peixes que constroem ninhos de bolhas estão o Betta (Betta splendens), o Beijador (Helostoma temmincki), Tricogasters (Trichogaster sp.), Colisa (Colisa sp.), Peixe-do- paraíso (Macropodus opercularis) etc.. que pertencem à família dos anabantídeos.
A desova dos peixes que constroem ninhos também tem um número bastante extenso mas o fato de estarem aglomerados, facilita a fecundação e a sobrevivência é maior devido ao cuidado dos pais, por isso pode ser um pouco menos que no caso dos demais.
Mas nem todas as espécies de
peixes se reproduzem da mesma forma. É certo pensar que a maioria das
espécies é ovípara mas existem algumas exceções. Neste caso, estamos
falando principalmente dos peixes que pertencem à família dos
Poecilídeos (Lebistes, Platis, Molinésias, etc...).
Esses peixes são ovovivíparos, tendo um dimorfismo sexual bem acentuado. Geralmente as fêmeas são maiores que os machos (cerca de 20%), e não são tão bonitas quanto eles que por sua vez são mais coloridos e atraentes. Os machos possuem uma forma modificada da nadadeira anal (conhecida como gonopódio), que atua como órgão copulador (função semelhante a do pênis nos animais que o possuem).
As fêmeas são capazes de guardar o esperma ativo dos machos no ovíduto o que explica a sua reprodução sem a presença do macho para uma nova cópula. A cada cópula as fêmeas não utilizam o esperma reservado, mas sim o da cópula presente. Nesse tipo de reprodução (fecundação interna) os óvulos são fertilizados no interior do corpo da fêmea, onde os filhotes recebem também os nutrientes necessários direto da corrente sanguínea da mãe. Os filhotes rompem então a membrana do ovo ainda dentro da mãe e se dirigem para a região urogenital da mesma na hora do nascimento. Em algumas espécies a gestação das fêmeas dura de 20 a 30 dias. Mas é bom deixar claro que não existe nenhuma espécie de placenta nesses peixes.
Alguns pesquisadores preferem classificar esses peixes como ovovivíparos e como vivíparos somente algumas raras espécies, entre elas o Tralhoto ou Quatro-Olhos (Anableps anableps), os filhotes desse peixe nascem com a aparência ainda mais próxima dos adultos e quando dentro da mãe, não possuem a estrutura dos ovos.
Esses peixes são ovovivíparos, tendo um dimorfismo sexual bem acentuado. Geralmente as fêmeas são maiores que os machos (cerca de 20%), e não são tão bonitas quanto eles que por sua vez são mais coloridos e atraentes. Os machos possuem uma forma modificada da nadadeira anal (conhecida como gonopódio), que atua como órgão copulador (função semelhante a do pênis nos animais que o possuem).
As fêmeas são capazes de guardar o esperma ativo dos machos no ovíduto o que explica a sua reprodução sem a presença do macho para uma nova cópula. A cada cópula as fêmeas não utilizam o esperma reservado, mas sim o da cópula presente. Nesse tipo de reprodução (fecundação interna) os óvulos são fertilizados no interior do corpo da fêmea, onde os filhotes recebem também os nutrientes necessários direto da corrente sanguínea da mãe. Os filhotes rompem então a membrana do ovo ainda dentro da mãe e se dirigem para a região urogenital da mesma na hora do nascimento. Em algumas espécies a gestação das fêmeas dura de 20 a 30 dias. Mas é bom deixar claro que não existe nenhuma espécie de placenta nesses peixes.
Alguns pesquisadores preferem classificar esses peixes como ovovivíparos e como vivíparos somente algumas raras espécies, entre elas o Tralhoto ou Quatro-Olhos (Anableps anableps), os filhotes desse peixe nascem com a aparência ainda mais próxima dos adultos e quando dentro da mãe, não possuem a estrutura dos ovos.








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